Fiquei super feliz com a reação de vocês no post passado sobre girls/boysbands. É muito legal ver que pessoas de várias idades e com estilos completamente diferentes hoje assumem gostar de Pop Music chiclete da década de 90 (e dos sobreviventes hoje)
. O melhor disso é perceber que cada vez mais pessoas assumem gostar de música boa sem rótulos, coisa que a anos atrás era quase impossível e no fim todo mundo acabava escutando escondido, tipo naquela música do Capital “o que você faz quando, ninguém te vê fazendo, ou o que você queria fazer se ninguém pudesse te ver (8)”.
Uma das coisas que eu mais costumo fazer aqui em casa é baixar músicas na comunidade Dance 90 e ficar fazendo bicicleta, dançando e cantando em alto (e bom som) o melhor da euro dance e pop music da década passada: sim, eu sou super adepta do Dance Like No One’s Watching quando não há realmente ninguém me olhando e também quando tem gente e olhando (mas aí depois de uma caipirinha né meu amor ?). Pensando nisso, continuando com essa onda nostalgioretrô, decidi eleger minhas 10 músicas favoritas inspirado no post da Fê pro Eles3 e no programa 101 Reasons 90’s Ruled, que a E! exibiu há um tempinho atrás (e eu não perdia, rá)
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Não sei se vocês repararam, mas eu fiz umas alterações no CSS e instalei uns plugins novos aqui no blog: um para as atualizações do Plurk e outro do Last.FM, ambos com tutorial disponível nos extras ! Portanto, aproveitem !
De uns meses pra cá eu ando deixando o rock meio de lado e voltando para um estágio que eu nunca achei que eu fosse voltar: tô ficando viciada no pop marcante das boys/girls bands da década de 90. Na verdade eu nunca deixei de ouvir (principalmente Britney, Christina e Madonna), mas últimamente ando deixando até meus amados cds Garbage de lado para ouvir meus empoeirados cds de popmusic
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Para quem tem menos de 16 anos, uma pequena introdução: na nossa época não rolava essas bandinhas tipo NXZero com caras bonitinhos cantando e tocando, o que comandava mesmo era caras bonitinhos que nos fazia sonhar todas as noites com casamento e filhos, tipo propaganda de margarina. Eles cantavam e dançavam, e as meninas berravam. E também tinha as girls bands, que toda menina sonhava em participar de uma (ou pelo menos fazer um coverzinho barato na festinha da colega)
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Ai aproveitando todo aquele clima de nostalgia do meme e do post da Lia, resolvi postar sobre minhas 4 girls/boys bands favoritas de todos os tempos para a matar as saudades de todos aqueles que assim como eu viveram essa época M-A-R-A.
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Cheguei ontem aqui em Natal, Rio Grande do Norte, depois de muita expectativa e quase 4 horas de avião, com direito a conexão no Recife. Pela primeira vez eu pude ver o mundo de cima decentimente, já que quando eu fui para Porto Alegre a ida-volta foram a noite. O voo foi tudo bem, a única reclamação é que a TAM fez confusão com as nossas reservas antecipadas e só o meu assento estava certo. Ponto pra mim, que fui do lado direito e vi toda a costa litorânea de cima, coisa linda. Ficamos 15 minutos em Recife, o tempo de sair do avião e entrar no outro, mas foi tempo suficiente para minha mãe ficar super emocionada, já que fazia 40 anos que ela não pisava no seu estado natal (minha mãe é pernambucana).
Chegando em Natal, o tempo estava ótimo pra paulistas, mas segundo o taxista estava nublado. O hotel é lindo de morrer, tem uns toques super “Victoria” (para quem não sabe, eu sou formada em Adm. Hoteleira), típicos dos trabalhos que eu fazia para a faculdade. Mas o melhor do hotel é a piscina, que além de ter uma queda d’agua, tem um bar na beira dela: ou seja, chiquééééérrimo pedir um drink e nem precisar sair da piscina. Acho looosho e dignidade.
A praia da Ponta Negra é linda. Uma água verdinha verdinha, que nada lembra aquele tom de cor de burro quando foge das praias paulistas. Fora a areia branquinha e meio grossa, totalmente daquela molhada que nós de SP estamos acustumados. A minha única queixa é que o tempo todo eles tentam te vender algo: cangas, biquinis, protetores solares, tiozinho vestido de cangaceiro andando de cavalo pela praia vendendo passeios a cavalo (momento tiozinho da locução do Blogueria #6), cadeira/guarda-sol e até cd de forró, que eles divulgam a música num mini-carrinho de mão que toca som, com hits como “senta que é de menta”. Fora isso, é tudo ótimo, e eu estou achando tudo extremamente barato: roupas, e principalmente comida. Aqui come-se bem e paga-se pouco.
- Mari, a gente tentou ir no Camarões ontem, mas a área de fumantes tava toda ocupada, e aqui são 3 fumantes rs. E eu fiquei decepcionada pq o que menos tinha no cardápio era camarão HAHAHA. Hoje a gente ia na Barraca do Caranguejo porque minha mãe tinha lido boas críticas dele num site sobre Natal, mas no fim, o povo decidiu comer Carne de Sol com Feijão Verde num restaurante ótimo, o Farinha D’agua. A gente viu esses hotéis que vc disse, mas o nosso fica 1 rua da praia. Mas tem uma vista linda pro Morro do Careca. Agora os outros passeios vms fazer sim, com certeza !
- Letícia eu queria ter falado com vc pra gente marcar alguma coisa, mas não deu tempo =[ Pior que eu cacei no seu blog seu msn e não achei mimimi
- Amanda, tô sim menina, e é lindo né ? Dicas anotadas !
Se tudo der certo e o tel do hotel for legal, sexta feira eu pretendo encontrar o Ryvos, meu divo ! Não sei quando vou conseguir postar de novo, tô aproveitando a cortesia do hotel, mas juro que assim que eu voltar pra SP, postarei fotinhas, vídeos e afins ! 1 dia e meio aqui e parece que eu estou longe de casa a tempos … morrendo de saudades da Jully e do Ví mimimi.

Amanhã, completará 1 mês que minha cachorra Belly partiu para um mundo melhor. Eu não tive forças para postar isto antes, porque por mais “bem” que eu aparentasse, eu sabia que se eu usasse qualquer palavra para descrevê-la em meu blog, iria ser um pretexto para que eu desabasse.
Ela partiu com exatos 15 anos e 7 meses (é ela nasceu num dia 23), do jeito que eu queria que fosse: sem que eu mandasse sacrificar, nem que eu tivesse que salvá-la agonizando muito menos que eu fosse a primeira a encontrá-la morta. Naquele dia 23 de dezembro, quando fechei a porta do quintal para sair com minha amiga, após fazer os curativos e ter dado a medicação, eu senti que aquele olhar perdido, era uma despedida. E assim foi. Quando eu cheguei em casa, vi no jardim um monte de terra, e um buraco, vi minha outra cachorra descendo sozinha: aquela cena mostrava que meu coração já sabia, mas que eu não queria acreditar. Quando meu pai me deu a notícia, ainda descendo a escada, fiquei sem reação, foi como se um enorme vazio tivesse invadido meu peito e me deixasse sem qualquer tipo de sentimentos, apenas um vazio. Meus pais decidiram que eu chegasse antes de enterrá-la, para que eu pudesse me despedir para sempre dela, mas não consegui nada além de olhar a cabeça dela com o coberto por um pano. Não quis ver ela sendo enterrada também, ia ser muito sofrimento.
Ainda é estranho abrir a porta do quintal e só ver a Jully entrando correndo, olhar pela fresta da janela da cozinha e não ver ela sentada olhando na mesma direção abanando o rabo, dela deitar no meu pé e “pedir” com os dedos do meu pé na orelha dela (ela adorava isso) … mas eu tenho a consiência tranquila que eu fiz tudo que eu pude para deixar ela bem, e de que agora enfim, ela pôde descansar em paz.
A Belly vai ser pra sempre meu amor, meu “catoão”, minha coisa gorda, minha porpeta, a irmã que eu não tive (ou melhor, eu ganhei ela 3 meses depois que minha irmã faleceu), minha amiga de infância, minha melhor amiga mais fiel e companheira. Ela viu eu entrar na 1.a. série do colégio, e viu me formar na faculdade … é talvez era esse o prazo que ela tinha pra cumprir comigo. Mas o mais importante, ela cansou de saber tanto quando ela estava bem, quanto em seu leito de morte: que meu amor é incondicional, e é pra sempre. Para terminar, um trecho de uma música que talvez expresse esse amor incondicional que eu vou ter por esse bicho, pro resto da minha vida:
“Cause you’ll be in my heart, yes you’ll be in my heart
From this day on now and forever more
You’ll be in my heart, no matter what they say
You’ll be here in my heart, always”
